Malabares poéticos

No equilíbrio das letras

elas, em elos,

vão e vêm

emitem sentires

arremessadas

feito bolas

clavas

bastões,

tochas que aquecem

as palavras

facas que abatem(?)

as saudades

E giram

às mãos

em poesia

e destreza

até o ápice:

um coração...

e ele, atônito,

transpassado e

entontecido, pois

ali mora o amor

equilibrado

Aprumada'crobacia!

Luzia Avellar
Enviado por Luzia Avellar em 23/11/2023
Reeditado em 24/11/2023
Código do texto: T7938801
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