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Colibri na noite





                           Colibri na noite

      Fiquei sabendo da noite, que aqui  tinha um colibri de zinco;
      E de falar na noite, que era  um colibri negro,e tinha manhãs;
      Mas de tanto verdes nas penas,me lembrei ser azul-cobalto,
      E acendeu de mim o romper do hímen da madrugada a vê-lo!!

      Disseram-me do que ele carregava de sol e de obscura asas,
      Ao úmido movimento de voar,as vezes pousava no sabugueiro,
      Embora eu apenas romãs,não rompi o que de nós secam dentro,
      Vim achar colibri de zinco e cobre,dos vergões do asfalto,

      A terracota e as sub-garras quando voa mais de perto,
      Era de sede sua maldição de voo e condição diária,zinco;
      Fiquei sabendo,que amor não daria vento, ele era a vileza!!

      Então vi sapatos cruzando calçadas e voava mais alto,esse pássaro
      Por dote deixei esse soneto arremetido na parede do amor;
      Saí convencido que as asas assume a mudez da boca e do lábio!!

     
     
       
MaisaSilva
Enviado por MaisaSilva em 21/08/2019
Código do texto: T6725447
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
MaisaSilva
Itumbiara - Goiás - Brasil, 48 anos
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