ANO NOVO

Zero hora.

Foguetes pipocando nos céus

em busca de novas esperanças.

Gente sorrindo, brincando

em busca de novas lembranças,

brancas lembranças,

de paz, de amor,

pois todos já estão exangues

de esperar esta paz

que não vem.

Só vem sangue

de todos os lados,

das terras de Alá

às terras dos tsunâmis

e até pelas terras de Cristo.

Por que esta sina maldita?

Sai ano, entra ano,

e no mundo só desengano.

Mesmo assim é preciso que o povo

grite bem alto:

FELIZ ANO NOVO.

INTERAÇÃO DO POETA JACÓ FILHO (obrigado mestre)

É quando a voz de Deus é do povo

Vivendo milagres e desprendimento...

Com Jesus no céu e no sacramento

Até vir a páscoa e santificar o ovo.

Antonio Tavares de Lima
Enviado por Antonio Tavares de Lima em 30/12/2011
Reeditado em 29/01/2013
Código do texto: T3414411
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