POESIA E MANHÃS

Abro a janela e

sento-me para o café

de uma manhã qualquer

cheia de fé e alegria.

Ecoam em mim canções

de jovens beatles,

pessoas poetas

e borralheiras personagens

À minha mesa ensolarada,

pelos raios tímidos da manhã,

sentam-se amigos e

acomodam lembranças gentis

Por que falar de tragédias?

estas encerram-se nos palcos

do cotidiano, dos noticiários locais.

E sufocam!

Minha mesa não é grande,

mas cabe ainda a esperança,

a confiança e a inocência.

Sou menina ainda

e a vida me chama.

Para a canção de roda,

o esconde-esconde das alamedas,

e para as chuvas de verão.

Traga capa, guarda-chuva e

bloco de notas!

Porque a vida, apesar das

tentativas contrárias,

Ainda é bela, basta senti-la

com os olhos das intenções.

anna celia motta
Enviado por anna celia motta em 13/08/2012
Reeditado em 15/08/2012
Código do texto: T3828143
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