Quando peregrinamos na escuridão,
Em acessos estreitos , obtusos,
Desespera saber que jazemos sós,
Atenta pensar que não contemos nem a nós.

Nestes horizontes perdidos,
Nestas linhas ambíguas da  vida,
Enriquece-nos saber,
Que mantemos pessoas amigas.

Comparte  das calmarias, agitações,
Nada além de amistosas frases,
Aparador de lágrimas, distrações ,
Amistoso das diferentes fases.


Entre espinhos somos calma,
Diante dos inimigos somos uma alma,
Perante as torturas somos uma única arma,
Que viaja nesta avenida da vida, amigos.