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O CALO DE CADA UM

Em homenagem a Ortega y Gasset

Vivo minha vida
Do modo e da melhor maneira que posso

Vivo e faço o que devo
Desejo e não faço o que posso

Vivo porque sei que a conta quem paga sou eu
Eu é quem sofre e carrega o peso das conseqüências

Vivo porque já não acredito nos sonhos
Há somente realidade

Vivo minhas condições objetivas de vida
sem pensar na pseudopotência da plena felicidade

Vivo porque aprendi que vale continuar com os pés no chão e a cabeça erguida
e "não faço ao outro o que não gostaria que fizessem a mim"

Vivo minhas circunstâncias e, caso sinta o sofrimento do outro,
Levanto a mão, digo ADEUS, e continuo minha singela vida.


Lúcio Alves de Barros
Lúcio Alves de Barros
Enviado por Lúcio Alves de Barros em 21/10/2007
Código do texto: T703687
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Lúcio Alves de Barros
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
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Lúcio Alves de Barros