DIZER-TE AMOR É POUCO

Muitas vezes me questiono e chego

sempre à mesmíssima conclusão:

não sei, em verdade, o que seria de

mim, sem te ter a meu lado, Nan.

Ah, bem-dita, Mulher, que preenches

meus dias e minhas noites, com teu

incomparável ser, que não exige mais,

que ser compreensivelmente amada.

Afinal não é o que todos almejamos?

E se um amor é sincero, como o nosso,

tudo suplanta, com galhardia estrema,

ultrapassando mesmo todas as distâncias.

Saber, que tudo começou com um simples

«sim», daí fez estrada e conhecimento,

parece pouco, a quem nunca aqui amou,

que em nós é vida e alegria, de bem viver.

Passa o tempo resoluto; permanecemos nós,

que somos maiores que tudo isso, que

condiciona o Homem e acaba fragilizando-o,

se pouco seguro, do que corre em seu peito.

Jorge Humberto

15/09/08

Jorge Humberto
Enviado por Jorge Humberto em 16/09/2008
Código do texto: T1180848
Copyright © 2008. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.