Se não fosse esse medo de amar 


Essa mania de ser
Meu outro
Minha árvore
Meu ninho
De ser alem de mim.

Não me abandono
Já faz um bom tempo
Talvez
Na intenção de tingir o branco das coisas
Fiz-me um mural onipotente.

E agora!
Encapsulado
Eu me pergunto
Quando irei alem
Dessa margem solitária em que me encontro?