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Tua Escultura

Quando tuas mãos tocam meu corpo
Descendo pelos meu ventre
Sentindo a minha natureza despertar
Fêmea a queimar em  transe  de paixão


Beijo teu corpo excitado
De maneira indecente
Fazendo-te  vencido
Nossas sinuosidades se encaixam

Tua boca  busca a minha intimidade
Dividimos o  deleite
A tua avidez me leva as nuvens
Peço-te sem rodeios me possui por inteiro

Desfruta a porção de direito
Esculpi  a pedra bruta
Delineia a tua escultura
Da maneira que quiseres

Sou pedaço de ti nessa hora
Como parte que completa a existência
Na delicia de te pertencer
Nesse amor dissipar o desejo de te saciar .
Wanda Ayala
Enviado por Wanda Ayala em 03/05/2006
Código do texto: T149439


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Sobre a autora
Wanda Ayala
Portugal
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Wanda Ayala