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Amá-la

Amá-la

Voltei
E nem desfiz a mala,
Não arrumei a sala
E no som,
A musica se cala...
Olho ao redor,
Você não esta,
Você não fala.

Impossível amá-la.
A mala esta intacta
No mesmo lugar ficou
Amá-la regra de gramática
É verbo... sentimento
Que não se conjugou.

Não refiz meu roteiro,
Não desisti primeiro
Da paixão que me é rara
A mala continua na sala
Amá-la, falo em tua cara.

Mas do que adianta
Falar ao mundo, e a paixão
Propagá-la
A mala continua feita
Amá-la tornou-se minha religião, seita.
A mala sem etiqueta.
Meu pecado, minha oração
Minha culpa, meu perdão.
E minha alma escancara,
A mala esta na minha mão
Amá-la esta na minha mão
Minha decisão

Gilson Costa
Negro arcanjo
Enviado por Negro arcanjo em 02/03/2011
Código do texto: T2824659

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Sobre o autor
Negro arcanjo
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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Negro arcanjo