JOVENS ROSAS

A mais bela rosa

Da mais pura natureza

Sutil beleza inebriante

Desnudada em botão

Tua frondosa beleza

A palidez rompida

Pétalas desinibidas

Jovens rosas incandescentes

De uma ternura sensorial

Desvendando a inócua sutileza

Suave e terno perfume

Com chamas de amor intenso

As rosas calam-se, alinham-se

Não falam, mas abrem-se em botões

Mostrando-nos sua extasiante beleza

No refrão frenético da brisa mansa.

Castro Antares
Enviado por Castro Antares em 25/08/2011
Código do texto: T3182068
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