Quero alforria...

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Escrava de sua poesia estou a ler-te,

chicoteio-me a ir e não retornar,

em vão, retorno ao vício que me consome...

grilhões me aprisionam aos dizeres que nem me fazes,

oh doce poesia, escrava te sou,

alforreia-me de suas prosas,

de suas rimas, oh poesia que me algemou,

dá-me as chaves da liberdade,

oh poema que me aprisiona,

grades que me prendem são os teus versos,

oh meu encanto pelas doces palavras em teu verso,

livra-me dos grilhões que me sufocam...

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CIDA MOURA
Enviado por CIDA MOURA em 31/12/2011
Código do texto: T3414972
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