NUDEZ


Certamente a nudez é censurada pelos desconhecidos
Habituados, ao comportado de tantos observadores.
A imagem reflete abnegada nas mãos amantes que
Gostei em certa ocasião atrevi-me em saber quem era.
Pela clara bem diferente da morena bronze que amei.

Emoção pelo recebido um dia, provoca excitação sobre
Escrito endeusando perfil quase perfeito do bronze,
Sem conhecimento da imagem nunca vista antes.
Uma excitação absorveu meu corpo viril sentindo querer
Naquela horinha a criatura personagem dos contos ilusórios.

Foi um choque o encontro vexame provocado, mas
A jovem clara nem importância ao ocorrido, ignora.
 Morena bronze fica na dela, assustada, nessa escapei.
A experiência cativa meu coração, pois dias virão e como
Amantes será o resto que, nos resta instintivamente.

Na continuação dos dias seguintes novos momentos.
Havendo em certa ocasião o nunca faltar, mas pequei.
Por imprudência sem saber o que fazer da vida dupla
Com a morena bronze calada sem manifesto, inerte.
A clara criatura envolvia-me de carícia com sua nudez.

Vida de errante como erudito procura sempre mais
Aventura de fazer tudo outra vez nos lugares secretos.
São tantos os caminhos percorridos que, a praia do nudismo
Será visitada pela primeira vez já que, a brnze gelada não fará. 
Enquanto a amante seguirá comigo, sendo agora a sua a vez.



 
Gildete Vieira Sá
Enviado por Gildete Vieira Sá em 13/11/2014
Reeditado em 13/11/2014
Código do texto: T5033525
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