circundando a pele em serenatas,
   
quando a beijos e colibris
   mentias sobre tudo... e sobre nada
 
   Amava os teus olhos
   esvoaçando por trás das cortinas
   Alvorecida, a alma felina
   saboreava cada alegoria do pensamento
   sob o aroma a maçã...
 
   [  Amava como iludias as janelas,
   como fazem todas as manhãs  ]
 
   ...
   Nada havia sob o céu

   senão o teu rastro de sonho !
 
   E quando a tua alma aquietava
   recolhida às plumas do esquecimento,
   sob o feitiço da tua sombra,
   mesmo em silêncio,  eu ainda te amava...










 

             diluted in...






 
DENISE MATOS
Enviado por DENISE MATOS em 18/09/2015
Código do texto: T5386579
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