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Amor indolente


Como quem espera com paciência
dentro de si guarda veemente
o amor de juventude
e serena pressente todos os dias
reminiscências de um tempo nunca ido
como quem anseia sua volta.
Na carne as marcas,
as cicatrizes enrugadas
de um amor desesperado
urgente e impetuoso,
a  viver latente,
guardado a sete chaves
no coração onde a voz já se perdeu.
Vive ali remoendo o passado
num amor latente
um amor feroz
no silêncio que dói.
Na cerne o sentimento surreal
é razão de toda inspiração
é sua poesia,
o hálito da vida que se debulha dia a dia.
E quando a saudade é tamanha
se conta as pérolas na alma,
a graça do amor selado
a viver encoberto na multidão
de sentimentos dolosos.
Vez ou outra corrompe-se
o coração  pulsa
salta nos versos de amor
e grita a saudade
que tu lês agora.

Paula Belmino
Paula Belmino
Enviado por Paula Belmino em 11/09/2017
Reeditado em 27/09/2017
Código do texto: T6110703
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Paula Belmino
Lagoa Nova - Rio Grande do Norte - Brasil, 44 anos
1120 textos (123102 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/06/19 19:34)
Paula Belmino