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Ofélia

Ó Ofélia,
 
Fazem-me alegre as tuas palavras
Quando a ti a satisfação vem delas
Mas são de atos, os meus devaneios.
Que pôr ti aguardas ansioso o meu olhar

Nem as nuvens que trovam os deuses
Soando em rajadas de vento o teu nome
És capaz de sucumbir-me
Sem que a mim, a esperança conceda-me este momento

Para servir a quem amo sem medo
Para sentir-te o vento
E não soprá-lo a ti
Como vestes as frases de meus lábios em teu corpo

Ó minha amada
Posso sentir-te em minha alma
Sem o rumo de um amor
Confusa em falsas palavras

Perdoai-me minhas mentiras
Deixai-me no alvorecer do teu dia
Nadar no céu dos teus olhos azuis
Sobre os ventos que exalam a flor

Minha bela Ofélia,

Como você disseste e querias
Que vulgares sejam os homens em sua vida
Mas que não mereceres os seus beijos
Pois não merecestes chorar sorrindo

És de um corpo perfumado e tão lindo
És de um puro prazer o teu olhar
Que te salienta a anca
És sempre tão livre

Meus olhos se fecham
Sentindo-te em meus braços
Ó minha bela amada.
Talvez eu seja tudo e não quero
Coto
Enviado por Coto em 09/10/2007
Reeditado em 24/10/2007
Código do texto: T687810
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Coto
Santos - São Paulo - Brasil
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