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Palavras, que se tornaram demônios.

Suas palavras vieram para cima de mim como, urubus sedentos de fome.

Destroçando minha carcaça, com tanta ferocidade que mesmo aos prantos vi meu corpo sendo dilacerado.

Minhas feridas estavam abertas, minhas lagrimas, lavam meu rosto coberto por meu sangue, tentei em vão lutar, mas já estava enfraquecidoo, e debilitado por suas palavras, que se alimentavam de meu sangue.

Fui devorado vivo pelos demônios, criados pela minha imaginação, suas palavras são demônios que habitam meu inferno, dos quais eu nunca quis ver e nem ouvir. Neste momento um ar gélido invade minha garganta e enche meus pulmões, foi o doce frescor da morte me invadindo.

Num súbito momento, sou arrancado do que restara de meu corpo, com uma extrema força, de onde eu estava, vi os animais de suas palavras se alimentando de minha carcaça fétida.

De longe escuto uma voz, que grita aos meus ouvidos, não morra sem lutar, neste instante sinto a morte se afastar, de meu corpo.

Mesmo não tendo forças, afasto os monstros de mim, com muita dificuldade, minha ancia de vencer cresce dentro de mim.

Sei que vou morrer!

Mas morrerei lutando

Pelo seu amor
POETA do MAR
Enviado por POETA do MAR em 11/10/2007
Reeditado em 11/10/2007
Código do texto: T690015

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Sobre o autor
POETA do MAR
Porto Ferreira - São Paulo - Brasil
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POETA do MAR