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Prisão

Prisão

Ocupas agora o lugar salvaguardado
Do meu peito fugias
Nisso o berrar de letargias
Logo agora quando a tenho mais amado

Por que procuras o fugir incessante?
Levarás contigo a minha alma
Posto deixa-la-ia extraviada
E nunca hei de esquecer deste levante

A custo do pesar tens marcado a fugir
Reverbera-se de súbito do meu intento
E há pouco tempo pensas no partir

Marca, pois, a ir e a este solver
Termina plena a ter me deixado
No mais ínfimo sofrimento beirando-me ao perecer

Fujas já de mim
Largas a clausura e a solidão
Fincas-te o lugar desta prisão
Rasgue aos grilhos como a cetim!


Tassio Bruno O Presbítero
Enviado por Tassio Bruno O Presbítero em 13/10/2007
Código do texto: T692751
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Tassio Bruno O Presbítero
Salvador - Bahia - Brasil
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Tassio Bruno O Presbítero