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Como me mata , lagrimas...

Como me mata, lagrimas...

Como dói tanta dor,
meus poema e verso já nem brilham.
Já não tem a mesma cor, perderão em si, a sensibilidade das palavras.
Minha mão que antes escrevia os versos, tão puro agora já nem força tem mais.
Roubarão de mim toda minha vida.
Tirarão de mim toda minha pureza,
matarão sem quere o meu pobre coração.
Dor angustia que arde sem ter pra onde ir, sinto falta de quando era criança, tudo parecia ser muito mais fácil.
Era apenas brinquedo, era só ser feliz e hoje em meus olhos lagrima correm sem sabe pra onde ir, dizem que ainda estou vivo, pois meus versos ainda têm de mim alguma coisa. Mais clamo o senhor devolva-me, tudo que eu tinha que te darei meus verso e poema pra ti.
Mais não me leve esse amor, pois nele nasce tudo que escrevo. Tudo que sonho depende desse amor.
Olho para o céu vejo uma lua, mais não brilha as estrelas nem de longe tem a mesma graça, peço pra ti só mais um pouco de mim. Sinto esse frio constante que fere minha alma, então acho, pensa é chegada à hora, pois de ti senhor não sinto mais nada.
Lagrima caiem sem noção, levando de mim todos meus medo, tira de mim tudo aquilo que de ti trazia, caiem sem noção que estão levando de mim algo a mais alem do que podia sinto hoje minha alma mais pura, não mais leve, mais sim com calma de mim mesmo. Assim continuo olhando tudo de perto agradeço a ti senhor, por ter sido meu pilar nas horas que estava pra cair, por me segura quando queria morre: de medo, solidão, enfermo, mais tudo agora passo. Pois estou mais sereno e calmo. E lagrimas caiem, pois de alguma forma elas vão te lava...
 
Por: Ariovaldo A Laurindo (escuridão)
escuridão
Enviado por escuridão em 18/10/2007
Código do texto: T699093
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Sobre o autor
escuridão
Avaré - São Paulo - Brasil, 33 anos
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