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Sou Eurídice de um Orfeu

SOU EURÍDICE DE UM ORFEU!

 Como é grande a distância que me separa do meu Orfeu,
 Ao passo que as lembranças que restaram são tão claras,
 Lúcidas,  sublimes que,
 Posso ao passar do vento sentir seu aroma
 E ao brilhar da lua, contemplar sua rara beleza.

Por que se foi meu Orfeu?
Será que voltas e traz minha felicidade consigo?
Ou terei que esperar anos luz até encontrar ao menos um protótipo de Orfeu que me faça novamente
Sensível ao amor?

Apesar do sofrimento que me invade a alma,
Seria ingratidão em demasia deixar de agradecer-te pelos      Imensuráveis momentos de prazer que me proporcionaste,
Mas, não posso negar-te,
Meu Orfeu,
Já não vislumbro horizonte algum.

Meu lindo Orfeu,
Depois de ti ninguém mais foi capaz de arrancar um suspiro que     Fosse de mim,
Nem tão pouco preencher o vazio que deixaste,
Mas, conformo-me, pois, essa tristeza que me consome é Certamente menor que a dor de não tê-lo conhecido.
 
Saiba meu Orfeu,
Que tu foste o único capaz de viver,
Sentir e provar
O amor na forma mais intensa que uma mulher
É capaz de oferecer.

 Esse sentimento, meu amado Orfeu,
 Ainda vive em mim e
 É responsável por manter a esperança de tê-lo em meus braços
 E poder ser por toda a eternidade,
 Tua Eurídice.

Ângela Morais
Enviado por Ângela Morais em 23/10/2007
Código do texto: T707129

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Sobre a autora
Ângela Morais
Paragominas - Pará - Brasil, 45 anos
16 textos (753 leituras)
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Ângela Morais