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FEBRE DE AMOR . . .





a manhã
nasce preguiçosa;
serena fraca
tal como se
chorasse baixinho;
o Sol deve estar escondido
em algum canto por aí;
nunca vi orla do mar
tão calma
nem minha tristeza
tão segura de si;
quase sinto minh’alma lacrimejar;
afinal, umedeço por dentro
ou sangra o meu coração(?)
isso é fruto da saudade
-- o nascer do dia, da alegria do Sol --
-- eu, simplesmente de você --
tristes estamos, eu e a manhã,
somos então só emoção terçã...


(Tadeu Paulo -- 2007-10-25)
Tadeu Paulo
Enviado por Tadeu Paulo em 25/10/2007
Reeditado em 25/10/2007
Código do texto: T709280

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Sobre o autor
Tadeu Paulo
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 74 anos
435 textos (47791 leituras)
2 e-livros (188 leituras)
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