A BENGALA DO QUINTANA

Bengala, arrimo, bordão, estrela-guia

que jamais negou apoio à mão dadivosa

que escreveu ml poemas, luz e alegria

numa linguagem eternamente maravilhosa.

Bengala, parceira, porém orgulhosa

daquele poeta a quem, solícita, servia;

aquele que continuava poeta na prosa

e adorava contar histórias na poesia.

Sua bengala ia e vinha universos

quando Quintana, suave, ao tocá-la,

trazia à tona os seus ais submersos

e o verso se fazia gêmeo da fala.

Feliz, mesmo, era aquela bengala

dos passeios por roteiros diversos,

toda vez que Quintana, ao pegá-la,

o fazia com a mão de fazer versos.

Poesia do meu caro amigo JP Nobre que ama o poeta Quintana.

para ver os versos de Nobre, busque MARINHANTE. Genial poeta.

Chaplin
Enviado por Chaplin em 04/02/2010
Código do texto: T2069909
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