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POEMA INACABADO



Enquanto, a noite, se faz lá fora
há resquícios, de dias, no
escrever; de dentro para fora; e vai e devora,
Em ecos de fragilidade.

Só quem conhece a “Aurora”,
Sabe de cor - o imaginário;
… E os tons translúcidos., e a demora,
Somos só nós, em percebermo-nos;

Da voz, que silente emite:
Cegos os olhos. e os candeeiros,
Nocturnos.). o que de si não demite
bem a razão, guiada pela emoção.

São como vozes atractivas,
Sedutoras, que se vão pelas frestas -
Abertas as janelas respectivas
sobrepondo-se umas às outras.

Jorge Humberto
31/10/16
Jorge Humberto
Enviado por Jorge Humberto em 31/10/2016
Código do texto: T5808652
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jorge Humberto
Portugal, 53 anos
2623 textos (68262 leituras)
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