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Quando morre um poeta


Quando morre um poeta, o universo clama
As estrelas brilham com mais intenso fulgor
O sol sorri com sua dourada e rutilante chama
Os pássaros trinam com mais enlevo e ardor

Quando morre um poeta assim humilde e feliz
Transporta com ele sua arte para a eternidade
Nas rimas perfeitas de palavras que ele quiz
Deixar como legado de amor á humanidade

Vai poeta ocupar o teu lugar no céu guardado
Espera-te dos anjos todo o celestial esplendor
E de tua mãe a visão desse semblante amado
O aconchego do regaço, desse teu puro amor

Não morreste poeta, moras em nossos corações
Estás sempre aqui, nosso professor e mestre
Ensinando-nos em tuas eternas e belas lições
Como compor um poema que a isso se preste

Lembraremos teus exemplos de humildade,
Teus perfeitos poemas de fraternidade e amor,
Compostos de sentimentos, rimas e verdade,
Mas também por vezes, no peito alguma dor.
Arlete Louro
Enviado por Arlete Louro em 18/10/2005
Código do texto: T60880


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Sobre a autora
Arlete Louro
Alpiarça - Santarém - Portugal, 64 anos
245 textos (37667 leituras)
3 áudios (202 audições)
5 e-livros (297 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/20 02:10)
Arlete Louro