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Que as minhas palavras
silenciem
nas águas primevas
de onde brotavam

Agora
feitas espumas,
caladas,
deixem que brisas
se ergam e cantem
assobiem, transluzam

Que eu não mais!

No âmago
profundamente solidário
com o infinito,
recolho à sombra
levando dentro
toda a luz que recolhi
de vós:

Perpétuo
encantamento!


Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 20/03/2006
Reeditado em 09/09/2006
Código do texto: T126037
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 68 anos
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Maria Petronilho

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