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Mensagem póstuma

Quando era pequeno, eu não entendia,
talvez não conseguia sentir.
Que uma saudade podia ferir tanto...
Queria te ver ainda aqui.

Eu era calado, mas você sempre sorria.
Suspirava-me suaves palavras
que nunca as entendi.
Hoje, queria que tu voltaste
para dizê-las também a ti

Mas eu, agora, como sei!
O que tu foste para mim.
Agradeço a você, meu avô,
por ter acreditado tanto assim.

Desespero-me a dar-te um abraço,
com o mesmo carinho que tu deste a mim;
não sei se um dia vou vê-lo
para que este recado
possa, então, chegar a ti.
Kleydson M
Enviado por Kleydson M em 24/05/2009
Reeditado em 24/05/2009
Código do texto: T1611848
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Kleydson M
Salvador - Bahia - Brasil, 36 anos
7 textos (3916 leituras)
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Kleydson M