JANELA DA ALMA

CERRO MEUS EXCITANTES OLHOS

DESLIZO TODA MINHA SINESTESIA

IMAGINANDO-TE

DESTINANDO-ME AO TEU ESPAÇO

APENAS CHUVA E LÁGRIMAS...

PODERÍAMOS SER FELIZES

PASSADO VISTO ATRAVÉS DOS REFLEXOS EMBARAÇADOS

DAS NOSSAS VIDAS

PRESENTE QUE SE FUNDE E CONSTRÓI

O AMANHÃ NÃO SE SABE, URRA AOS NOSSOS OUVIDOS

ALGO TRADUZ DETERMINADA PERDA

DISSEMINA SENTIMENTOS

A OLHOS VISTOS, CONFORTO-ME

Á SOMBRA DO TEU COLO

TUDO TÃO SONHADO, TÃO INESPERADO

VEJO-ME CERCADO EM PROFUNDOS PENSAMENTOS

SEM EXAGEROS

CURO-ME NESSA SINFÔNICA MUDANÇA DO BEM QUERER

SOB AS ESTRELAS, REALIZO NOVAS JURAS

NOVAS SENSAÇÕES QUE SE ENCAIXAM NAS LACUNAS DEIXADAS LÁ TRÁS

RESGATA-ME NESSA LUZ QUE CEGA

ETERNA BUSCA DE MINHA VIDA

NO OLHAR QUE REFLETE A JANELA DE TUA ALMA

Lindbergh Afonso
Enviado por Lindbergh Afonso em 17/01/2011
Reeditado em 17/01/2011
Código do texto: T2735157
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