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Saudades

Quanta saudade sinto agora,
Daqueles tempos de outrora,
Quando havia ainda a inocência,
Quando olhava com os olhos de uma criança
Que via e sentia o mundo tão diferente.

Do Sol que brilhava mais forte, havia nele mais magia
e tudo parecia ser tão imenso, tão intenso.
Nada parecia impossível na sua essência,
em minh'alma, só via e sentia a esperança
de que o futuro seria melhor e mais decente.

Dos meus projetos que acabaram perdidos no tempo. Que pena!
Foram anos coloridos, de sentimentos profícuos
de amores adolescentes que marcaram para sempre
o coração, o corpo e a mente.

Cresci! Novamente que pena! Queria voltar no tempo,
para poder sentir tudo de novo, mas agora sem pressa.
Saborear com mais intensidade cada momento,
e fazer deles, minha rotina subserviente.

Que saudade sinto de outrora
onde havia tanta virtude.
Que saudade sinto da aurora,
que iluminava minha juventude,
inspirando-me na quietude,
a pensar no hoje, no agora.



Angelo Poeta
Enviado por Angelo Poeta em 05/02/2007
Reeditado em 05/02/2007
Código do texto: T370438
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Angelo Poeta
Curitibanos - Santa Catarina - Brasil
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Angelo Poeta