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Sei que não estás.

Sei que não estás.
Mas minha vontade jaz
aqui, à tua procura.

Talvez te encontre na areia,
nalgum cantar de sereia
ou num poema de ternura.

Sei do compasso do tempo,
das estrelas ao relento
e do tempo da ditadura,

mas inda assim ,aqui venho
dentro dum barco de lenho
no meu olhar de água pura
mavilde
Enviado por mavilde em 26/08/2007
Código do texto: T624822
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Sobre a autora
mavilde
Portugal
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