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Saudades Acerbas...


Quem me dera tê-la novamente.
Queria tanto matar essa saudade.
Jungido a ela, suavamente.
Minha flor, minha doce verdade.

Hoje, meus lábios tragam o vinho da desilusão.
Refestelado. Dores tamanhas consomem minhas entranhas.
Ah! Donzela, tu não sabes quão lacerado ficou meu coração.
Ah! Pobre donzela, por que tu me estranhas?

Minha sina é ser poeta! Tomar vodka e morrer...
Macerado, pálido e tosco. Nada me apetece.
Ó! Pudera tu, minha flor, ao meu lado florescer.

Doce donzela! Mandar-te-ei iluminados pensamentos.
Vá! Vá para o Norte e não te preocupes com o que acontece.
Vá e não retornes! A minha alma, tristonha, enegrece.
Marcos Paulo de Oliveira Santos
Enviado por Marcos Paulo de Oliveira Santos em 06/09/2007
Código do texto: T641022

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Sobre o autor
Marcos Paulo de Oliveira Santos
Taguatinga - Distrito Federal - Brasil, 32 anos
12 textos (669 leituras)
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Marcos Paulo de Oliveira Santos