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Pranto

Pranto

Um pranto me partiu do peito
Assim, sem explicação!
Seria tu, a me falar de longe?
Seria eu, a te dizer que não?

Um choro me partiu o riso
Assim, em frente a toda a gente
Será a saudade apedrejando a vida?
Ou a vida, a me dizer que a sente?

O certo é que não sei ao certo
O certo é que errei ingente!
Errado é se fingir esperto
Tão perto de fingir que mente

O pranto irrompeu na hora
E a hora, então, me trouxe um canto
Que canto para ti, agora
Só agora, irrompido em pranto!

(Djalma Silveira)

Djalma Silveira
Enviado por Djalma Silveira em 03/10/2007
Reeditado em 10/09/2008
Código do texto: T678611

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Sobre o autor
Djalma Silveira
São Paulo - São Paulo - Brasil, 49 anos
267 textos (10570 leituras)
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