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Atos insanos

Doce, em paz descanse
Pois cansada é a despedida
Da alma que levaste em vida

Suave, em doce harmonia
Corra para bem longe
Dos males humanos

Querida, em suave agonia
Não desabroche mais uma gota d’lágrima
Desse riacho profundo
Que em ti existe

Amor, em desquerida partida
Partiste meu espírito trêmulo
E de lado tudo vejo tremido
Tremendo.

Viva, amor um pouco mais
Ainda viva! Porque a vida que vives
É a vida que vive em mim

Ah! Como seria bom eu viver
Sem precisar te encontrar em tudo
O que vejo de belo!
Permart
Enviado por Permart em 30/11/2007
Código do texto: T759495

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Sobre o autor
Permart
São João de Meriti - Rio de Janeiro - Brasil, 36 anos
21 textos (726 leituras)
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