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Espinho Velho

Um espinho velho e desgastado
É meu ópio soturno
Os sonhos me provocam dor
E por isso odeio estar apaixonado
Por enganar o coração, estar em torpor
Lágrimas me perseguem desde Saturno

Essa solidão deixa-me inconsciente
Lentamente estou definhando
Não consigo ter felicidade
Um sentimento tão demente
Que precisa da tristeza mudando
Existir, enquanto singularidade

Tento sorrir, mas me vem o ócio
Nuvens cinzas no meu quadro
Uma mágoa e um ódio
Me fazem não querer
             [estar apaixonado]
Humberto Matias de Amorim Sobrinho
Enviado por Humberto Matias de Amorim Sobrinho em 14/07/2006
Reeditado em 18/07/2006
Código do texto: T193944
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Humberto Matias de Amorim Sobrinho
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil
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Humberto Matias de Amorim Sobrinho