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Quando, ali, me libertava

Ali eu estendia-lhe os braços
Sedia-lhe minhas lágrimas puras
Para que? Por que meus pedaços?
Junto, sou mais ternura.

Libertava-me sob tua frieza
-Que agora não tanto quanto a minha-
Deslumbrava tua singular beleza
No ar da despedida provinha.

Não me emocionava, não me sentia
Traduzi minha dor nas lágrimas
Por me perder, ela mais que perdia
Eu era pedra e seu coração era lástimas.

Estranho dizer-lhes, leitores
Ainda mais vindo de mim tal palavra
Mas me senti 'feliz'. Pelos temores,
Que ali, agora, eu libertava.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 12/09/2005
Código do texto: T49856


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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 35 anos
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Júnior Leal