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Sem propensão

Nunca apresentei talento absoluto
Nunca me adeqüei em nada

Minha mente sempre vil
Assim como a mão do carrasco

Entretanto, sempre apetecendo e contrafazendo o oposto
Mas o coração almeja desejos cintilantes que minha alma apedreja

Ao cantar, o tom e tempo me esmurram
Ao tocar, as cordas me enforcam e me fazem sangrar
Ao amar tudo isso me faz não chorar
Geovanny Lino Coutinho
Enviado por Geovanny Lino Coutinho em 30/08/2007
Código do texto: T631558
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Sobre o autor
Geovanny Lino Coutinho
Olinda - Pernambuco - Brasil, 27 anos
32 textos (919 leituras)
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Geovanny Lino Coutinho