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Tristeza do Itapiracó

Vejo com muita tristeza
A pouca poeira que ainda encotramos
Onde um dia existia o valioso Itapiracó
Vejo com muita tristeza
A poeira de água
Que agora encontramos
A poeira de água
Que agoniza hoje pela vida
O Itapiracó já no seu leito de morte
Mas que tamalha sorte
Sinto agora a chama dos seus odores
Mais que horrores
Que belos banhos em te banhei
Que belos sonhos em te sonhei
Pensava que ainda tinhas
Aquela linda vida
Que um dia já existiu
Nas  suas veias
Agora exalar o podre odor
O odor do progresso
Que em ti plantaram
E que está a cada dia a crescer
Essas nuvens de odores do progresso
Agrilino Capiau
Enviado por Agrilino Capiau em 06/09/2007
Código do texto: T641633

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Sobre o autor
Agrilino Capiau
Imperatriz - Maranhão - Brasil, 47 anos
190 textos (13335 leituras)
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Agrilino Capiau