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Cinzas



Revendo os restos mortais de um amor,
Deparei com momentos singulares,
Os objetos pouco importavam,
Os sentimentos?
Alguns sentimentos bons,
Momentos lindos  que se  tornaram poucos,
Como poucas também foram as verdades.
Perdoa-me, se é inverdade o que digo.

O meu amor era lindo,
O meu desejo era único,
Únicos também eram os meus sonhos.
Dormia na paz de um anjo.
Tinha o teu amor como único.
Fizeste-me sonhar,
Fizeste-me importante em tua vida.

O teu abraço era a mais pura entrega, intenso, sem limites,
Sem hora certa,
Mas, por vezes tão incerto, que dava um vazio.
O amor seguido do choro,  ora um choro calado,
Ora um lamento nos olhos, uma depressão.

Que amor era aquele?
Que insegurança trazia na alma?
Porque nunca compartilhastes comigo a tua agrura?
É bem possível que não tinhas o coração livre.
Não, não é cobrança,
É apenas um lamento do que poderia ter sido um grande amor.
antoniosantana
Enviado por antoniosantana em 24/09/2007
Código do texto: T665810

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Sobre o autor
antoniosantana
Montes Claros - Minas Gerais - Brasil, 62 anos
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