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Naquela Primavera



Simplesmente, flores...
Naquela primavera.
Quantos amores
Deixei a minha espera?

Nenhum, pelo visto!
Depois me pergunto:
O que vale tudo isto?
O meu amor vagabundo?

Cavo caminhos sem saída.
Fico a espera do nada.
Fico na estrada da vida,
Em frente à pedra e à espada.

Forças? Onde? Perdi.
A espada? Quem retirará?
Desisto. Resolvi partir.
A espada, lá, sozinha, ficará.

Observo, apenas, as flores.
Daquela fria primavera.
Sim, perdi meus amores.
Nenhum ficou a minha espera.

Pai, mãe, filhos, avó.
Não me esperaram
E eu fiquei só...

27/10/07
Veridiana Rocha
Enviado por Veridiana Rocha em 28/10/2007
Código do texto: T713006

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Sobre a autora
Veridiana Rocha
Recife - Pernambuco - Brasil, 34 anos
411 textos (324706 leituras)
2 áudios (456 audições)
2 e-livros (212 leituras)
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Veridiana Rocha