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Lírio baldio

Caminham pelas ruas sozinhos
Os laços de seus enlaces
Cruzando sórdidos caminhos
Brindando ao léu dos cálices

Que molharam no baldio
A flor branca, porém suja
De um sorriso tal arredio
Que já não era ela e sim cuja

Mas se fizera do pecado, hábito
E levara dos meu atos a razão
Que fugira além do doce hálito
Em busca de nada além que perdão

Mesmo limpo o corpo do nojo
Oferecendo-o a quem tem bojo
Fazendo da lua recanto teu
Não mataria coração, que não o seu
Alan Miranda de Freitas
Enviado por Alan Miranda de Freitas em 13/11/2007
Reeditado em 19/06/2016
Código do texto: T735619
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alan Miranda de Freitas
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil, 29 anos
21 textos (340 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/17 07:30)
Alan Miranda de Freitas