CASA DESPIDA




De noite a minha cidade
Entra em desvario... (pânico).
A minha casa fica despida.
E os rios amargam na minha solidão.
Então vem o relâmpago, e corta a minha
Estrada vazia... Lugar onde os cavalos correm.
Balança... Balança torrencialmente a minha
Terra, e a deixa descabelada, constrói a tua
Cidade, nas areias da minha terra selvagem,
Lá onde o amor impera, e sobrevive deliciosamente
Na taça.