Pra...

Pra que chorar!

Veja e feixe o livro.

Eu sei, cansa...

Ler essas estrias de amor e paraísos,

E bem melhor tomar um comprimido.

A tantos deuses na praça!!!

Mas a vida continua cruel e despida,

Corrompendo as virgens.

Não me pergunte pelo paraíso

Não sei quem dorme do teu lado calada

Pra que garimpar a verdade

Se e mais fácil pegar o trem da crueldade

Quem e esse poeta que pega flores no lixo

Sempre a um esperto e outro bem otario,

Veja tudo e fique calado...

Pra que sonhar

Pra que buscar sorrisos fingidos...

Processem o amor, o prendam e joguem a chave na fornalha.

Luzbel não para de fuxicar.

Matthyoli Gewandsznajder
Enviado por Matthyoli Gewandsznajder em 24/07/2011
Código do texto: T3115748
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