A TEMPESTADE II





Os fantasmas pousam em meus ombros,
e nesse instante bebo a gota de lágrimas
dos ventos uivantes,
A tempestade umedece os lábios que beijo,
os anjos estão ineptos e buscam a memória
no paraíso perdido, ninguém sabe onde
encontram-se as almas dos arranha-céus,
viraram escombros,
viadutos destruídos, pontes e edifícios destroçados,
as catástrofes farejam a pele do cordeiro que tu
almoças,
o furacão violentou o útero do mar e engravidou
o arco-íris. 
e o inferno repousou...