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PORTO SEGURO

Na escuridão de minha noite
bilhões de corpos celestes
vergastam-me com seus açoites.

São luzes mal refratadas
por prismas que abrem feridas
em almas desencantadas.

E eu, corsário vencido,
sem forças navego à deriva
em busca de um porto amigo

Na paz de uma baía calma
onde as cores de um arco-iris
serenem a nau da minh'alma.

Cyro Mascarenhas
Enviado por Cyro Mascarenhas em 19/10/2007
Código do texto: T701587

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Sobre o autor
Cyro Mascarenhas
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 73 anos
1406 textos (132507 leituras)
2 e-livros (866 leituras)
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Cyro Mascarenhas