PARA O MEU AMOR

Olá, estivemos em encontro num sonho onde os lobos mais imperializados lambiam feridas curadas para que suas cicatrizes sumissem...

Vivíamos onde a vida morria, brotando novamente na película protetora, ermegentes em misericórdia, ruivos de morcego nítido.

Encadernadas palavras escondidas, particular. Encarnada. Entrelinhas sumidas.

Pra leitura de cegos e surdos, poupadora de desejos, a sopa de legumes não atrai.

Sensores evidentes para ganho de corrida frágil.

Caixa de abelhas quadrada no arredondar da copa.

Menina, onde você estiver, aspire assiral, cardial pássaro que voa e pousa... Procure-me... Sem preconceitos, acredito que ainda há tempo.

OSMAR ZIBA
Enviado por OSMAR ZIBA em 10/03/2010
Reeditado em 01/10/2013
Código do texto: T2131535
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