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Duplicidade

A taça vazia, a sede já morta, a musica sonora e o barulho da porta. O vento anuncia que amanhã já chegou. O lençol que a veste  pertence ao motel  e o homem que dorme não lhe faz companhia.
Acorda Luzia! O ônibus já vem!   A fábrica te espera, como todos os dias.
Perpétua Amorim
Enviado por Perpétua Amorim em 13/03/2007
Reeditado em 14/03/2007
Código do texto: T411706

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Sobre a autora
Perpétua Amorim
Franca - São Paulo - Brasil
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Perpétua Amorim