DOR

Dor, minha companheira

Os dedos queimam, a mão incomoda, o pescoço reclama com o ombro e este grita com meu joelho! Na descida faz festa passando pela coluna, e vai dançando pelos meus ossos. Se aproximando dos pés que faz estrago nos tornozelos. Já não escuto o crec...crec. Creio no silêncio tenebroso que habita meu corpo, numa festa de dor.

Mas estou viva, e faço festa com você dor infeliz.

Arlete KLENS

ARLETE KLENS
Enviado por ARLETE KLENS em 25/02/2014
Código do texto: T4706322
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