Tem uma sentença e vem como ordem, emitida ou talvez não, e assim sem hora marcada, é intensidade e determinação, quase fuga, razão, porém traz de vez a elucidação. Fatídico momento e fulminante. A distribuir comentários, estes a voz baixa, rouca, embebidas de ressentimento, paixão, como um suporte ainda do desconhecimento. Que penetra e se intimida. Um aprofundamento no campo da verdade que faz temer, e traz desengano a fúria daquele que faz partida, ou sistematicamente pelos que ficam.
Esquecer que a luta é o mal iminente e torna um remédio inconsistente, que vem punge o mal, mas pode ser pura ameaça do infringir de leis e normas comuns o nosso entendimento. A chamada vida se mostrando, ai a lapide gelada que espera, ao burburinho, palavras que traz a imagem e o desenho do que tudo então vale.
E ai pergunta e é tão pouco algo como ao que se oferece cafezinho, bolo, pão de queijo, que vem custeado pela sorte ou azar, do infeliz caminho de então partir, uma platéia que espera, e de certa forma se angustia pela demora, porém o cimento frio que virá cobrir corpo e rosto e de vez vai à alma, cabisbaixo vai os entes de sangue, corroborado com o silêncio que os fustigaste, pensado ai, quantas vezes por teus orgulhos próprios.
Encaminhamos sim, por bondoso que se é, por divertido que pouco após se acha, é de valia para satisfação de uma sociedade medíocre, que cobra, e se furta então de cumprir aqui o que foi designado. Fazer então a burocracia classista que penetrou em nós, e não sai, pelos caminhos e normas então terrestres.
A fúria de germes que esperam, e assim é fim ou puro começo. Começo que pode ser o fim, e amarga se torna pelos golpes da vida, pelos gritos do cidadão que se furta do pensar, e os golpes da existência, e da criação. Transforma-se em fascínio, o resto o tempo se encarrega solidão, multidão, como repasse de idéias uma busca insaciável do tudo que no instante, ao pó da terra retorna.
Tempo e espaço, só e a multidão, repasse e o espaço do esquecimento!