EU

EU

Neste mar de sensualidade, pode crer,

está meu próprio ser

declamado em poesia...

Desculpa se te parece covardia,

mas,

através dela bate um coração

menino, ainda

engatinha...

Aprende a cada dia

com humildade e muita emoção,

juntar os caquinhos da desilusão...

Um coração!

Sempre apaixonado, nunca calado

Que me deixa assim,

à flor da pele,

com a pele em forma de flor

E a flor exalando

esse cheiro de amor.

Assim eu vivo,

infrene mulher, imatura

influxo de fruta madura

no pé da vida bandida

pedindo guarida!

Silvana Cervantes
Enviado por Silvana Cervantes em 28/06/2007
Código do texto: T545106