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Não poderá, sim, haver muita escuridão, somente para os que se encontrarem aflitos, despreparados, preocupados com o seu passado, não honrarão o caminho, traçado, descrito numa cordenância real do tempo e do espaço, na linha da dimensão, pois nela não se acredita.O caminhar na faalta de luz, e sim, para onde irá, cronologicamente corpo e alma.
Cresce a fomentação, aumentas a alegria forjada, e na alegria diante do nada, como os que se regozijam, colher, semear, e os bens domados, e tomados, numa batalha, interna, ou até externa conceder-lhes a divisão. Tirando dai o peso que sobrecai dos seus ombros, ou o castigo dos opressores, revolva a queimadura, o liquido da vida, jorrado.

 
As maravilhas do nascer, vida, a flor, o filho do filho, que jorra a alegria, cria e a imposição de mais responsabilidade, e na historia, através dos tempos madrugadas; dias, noites, e honrar-lhes, até o chamado do além, mesmo contrariado, estará sim a partir, pois estará e entenderá que sobre esta força perde-se de vez e temporariamente o dominio. Sabedor que se é justo, e a retidão sobre o fim, e na forma real o recomeço.
De onde partirá a mensagem e atingirá, não a carne, mas as mentes almas e espiritos já delineados, e aptos a ela receber, e a nova construção, com ideias evoluidas, e sem as magoas criadas.
Na fortaleza do unipessoal, e na aceitação dos motivos reais e absolutistas de que a existência é fato, passageira e a reconstrução, se fará, num processo lento, no tempo que não marcamos, e quem sabe nem o esperamos.
E no imaginar, a guerra continuará a ser travada, em busca real da evolução, e com a mão erguida. Vitoria.