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Logo, eu?

Logo eu...
Sil Cervantes
 
Tão acostumada a lançar feitiços de amor...
Estudando as minúcias,
descartando o óbvio,
eliminando as evidências,
contracenando por sobrevivência
Cautelosa...
Na cavalgada,
 sempre a última
Na coda bamba dando um jeito,
e fui dançar neste contrafeito!
Não que seja  defeito,
Mas, e agora?
Diga-me,
como me livrar deste tormento...
Por favor, meu senhor,
o que faço, com este amor?
Este coração a me cutucar a alma,
esta vida sem calma...
Corro debalde esta visão
um olhar, um aceno com a mão
meus pés fora do chão...
E eu...
Logo eu...
 
 
Silvana Cervantes
Enviado por Silvana Cervantes em 06/08/2007
Código do texto: T594628

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Sobre a autora
Silvana Cervantes
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
410 textos (37941 leituras)
5 áudios (2239 audições)
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Silvana Cervantes